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<?xml-stylesheet href="/estatico/css/feed.css" type="text/css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><title>8p.com.br/musica</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/</link><description>Este é um feed RSS do 8p do usuário musica</description><pubDate>Thu, 01 Mar 2007 03:00:00 GMT</pubDate><generator>Se a página estiver incompreensível, não se assuste. Este código é feito para computadores, não para pessoas. Para maiores informações sobre o formato e como utilizá-lo, acesse a ajuda 8P http://ajuda.globo.com/Ajuda/0,,7160,00.html .</generator><image><title>musica</title><url>http://cache8.8pe.com.br/foto/915/518/1915518.jpg</url><link>http://www.8p.com.br/musica/perfil</link></image><item><title>Paris Hilton</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/466279/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/466279/'&gt;&lt;img src='http://cache8.8pe.com.br/foto/920/758/1920758.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 16:22&lt;br&gt; (INTERNATIONAL TEXT) PARIS HILTON'S SELF-TITLED ALBUM TO BE RELEASED FALL 2006 FIRST VIDEO FOR DEBUT SINGLE 'STARS ARE BLIND' SHOT IN MALIBU June 1, 2006 - Burbank, CA - The always chic heiress Paris Hilton spent two days on the beach in Malibu, CA last week shooting her first video for "Stars Are Blind," the lead-off single from her self-titled debut album to be released this Fall on Warner Bros. Records. The video was directed by Chris Applebaum, who also lensed Rihanna's "S.O.S.," Natasha Bedingfield's "Unwritten" as well as Hilton's flirtatious Carl's Jr. campaign. The reggae-tinged "Stars Are Blind" will be released internationally in early June with the album to follow worldwide in the fall. Collaborators on the album include producers such as hip-hop's reigning hit-maker Scott Storch (50 Cent, Beyoncé), J.R. Rotem (Rihanna) and Dr. Luke (Pink, Kelly Clarkson). Paris also worked with songwriting heavyweights such as Kara DioGuardi (Gwen Stefani, Christina Aguilera, Ashlee Simpson), Billy Steinberg (Madonna, Cyndi Lauper, The Pretenders) and Sheppard Solomon (Natalie Imbruglia). The sonics were handled by Grammy winning mix engineers Tony Maserati (Black-Eyed Peas, Beyonce) and Serban Ghenea (Kelly Clarkson, Justin Timberlake, Pink).</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 19:22:41 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/466279/</guid><dc:date>2007-03-02T19:22:41Z</dc:date></item><item><title>Panic ! At the Disco</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/466187/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/466187/'&gt;&lt;img src='http://cache8.8pe.com.br/foto/920/378/1920378.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 16:11&lt;br&gt; Algumas bandas passam toda a sua carreira esperando produzir um álbum tão complexo, coeso e criativo quanto A Fever You Cant Sweat Out. Não o Panic! At The Disco. Eles conseguiram isso logo na primeira tentativa. Antes que você ache que estamos exagerando, deixe-nos mostrar o que causou A Fever. Tudo começou nos subúrbios de Las Vegas quando o garoto Ryan Ross, de 12 anos, pediu aos pais uma guitarra como presente de Natal. Para não ficar por baixo, seu amigo e vizinho Spencer Smith implorou a seus pais por uma bateria, assim a dupla poderia começar a improvisar. É verdade, deste aquele primeiro ano (tocando instrumentos), tudo o que fizermos foram covers das músicas do Blink 182, lembra Spencer, rindo. A banda amadureceu, seguiu em frente e chamou seus colegas de classe Brent Wilson e Brendon Urie, para baixo e vocais, respectivamente. Com a formação agora completa, a recém criada Panic! At The Disco (de um verso da música Panic, do Name Taken) começou a praticar na sala de estar da casa da avó de Spencer e iniciou a modelagem de músicas que abririam o caminho até A Fever You Can t Sweat Out. Com seu talento para a instrumentação experimental e letras de caráter intimista, não demorou para que a banda atraísse o interesse de Pete Wentz, do Fall Out Boy, que levou o grupo para o Decaydance/Fueled By Ramen, um selo com especial interesse em novos talentos (distribuído pela Warner Music). Nós realmente nos identificamos com o trabalho do selo e eles entenderam o que queríamos fazer enquanto uma banda, Ryan explica. Nos deram muita liberdade para fazermos o que nos deixaria felizes com nossas música. Logo após a assinatura do contrato, as coisas foram ficando sérias e começaram a andar a passos largos. Spencer e Brent terminaram o ensino médio num esquema de longa distância, Brendon assistia as aulas durante o dia, ensaiava à noite e mal conseguia acompanhar seu último ano, e Ryan decidiu deixar a faculdade no final do primeiro ano, causando um problema sério entre ele e sua família. Quando eu disse a meu pai que queria parar e compor músicas, ele enlouqueceu. Foi uma guerra entre o que me faria feliz e o que o deixaria feliz. Então, sem a benção de um pai, os quatro amigos fizeram as malas, saíram de casa pela primeira vez e seguiram para College Park, Maryland, para gravar seu primeiro álbum com o produtor Matt Squire (Thrice, Northstar, The Receiveing End of Sirens). Não queríamos fazer um disco com 11 músicas iguais, explica Ryan. E para ter certeza de que isso não aconteceria, a banda chegou com o conceito de dividir o álbum em duas metades: a primeira sendo futurista cheia de baterias eletrônicas e sintetizadores, e a segunda, nostálgica, com pianos Vaudevillian e acordeões. Foram duas influências extremas colocadas lado a lado: o mais eletrônico da música está no disco e o mais antigo, também está. A banda foi buscar inspiração em algumas de suas maiores, embora não claramente, influências: a estrutura melódica do Third Eye Blind (em But It s Better When We Do), a instrumentação teatral do Queen (em Build God, Then We ll Talk) e nas letras narrativas e brilhantes do Counting Crows (em "There's A Good Reason These Tables Are Numbered Honey, You Just Haven't Thought Of It Yet"). Você não vai ouvir nosso disco e dizer Hummm, esses caras são influenciados pelo Fleetwood Mac ou Counting Crows, mas essas são as nossas bandas preferidas, insiste Spencer. Foi essa abordagem meio-a-meio das músicas que soou bem a ouvintes jovens e mais velhos. A banda pontuou alto no PureVolume (continua no TOP 10 do site, na parada de Signed Bands) e no MySpace (chegando ao primeiro lugar na parada independente), e quando voltaram a Las Vegas, depois da gravação, fizeram um show (na verdade, sua primeira apresentação ao vivo). Os pais dos rapazes, em especial o pai de Ryan, perceberam que a banda era mais do que um passatempo de garotos e se tornaram membros do fã clube do Panic! At The Disco. Aviso: Panic! At The Disco não é uma tendência. Prepare-se adequadamente.</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 19:11:53 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/466187/</guid><dc:date>2007-03-02T19:11:53Z</dc:date></item><item><title>James Blunt</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/466116/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/466116/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/920/79/1920079.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 16:00</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 19:00:56 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/466116/</guid><dc:date>2007-03-02T19:00:56Z</dc:date></item><item><title>Green Day</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/466056/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/466056/'&gt;&lt;img src='http://cache2.8pe.com.br/foto/919/832/1919832.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 15:54</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 18:54:25 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/466056/</guid><dc:date>2007-03-02T18:54:25Z</dc:date></item><item><title>B5</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/466024/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/466024/'&gt;&lt;img src='http://cache7.8pe.com.br/foto/919/697/1919697.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 15:51</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 18:51:19 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/466024/</guid><dc:date>2007-03-02T18:51:19Z</dc:date></item><item><title>Detonautas Rock Clube</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465959/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465959/'&gt;&lt;img src='http://cache2.8pe.com.br/foto/919/432/1919432.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 15:42&lt;br&gt; Alguém conheceu os Detonautas quando eles eram mais uma banda que ralava em pequenos palcos cariocas, espremendo seis marmanjos em espaços mais adequados a performances de voz e violão? Só os freqüentadores do underground da Cidade Maravilhosa, mas que ninguém pense que Tico, Nettinho, Tchello, Renato, Fabinho e Cleston eram pessoas muito diferentes. O sucesso do primeiro disco, "Detonautas Roque Clube", de 2002, veio muito da sinceridade das letras e da atitude dos meninos, que repetem a dose neste surpreendente "ROQUE MARCIANO". Mas peraê, peraê: como eles repetem a dose se o disco é surpreendente? Explica-se: a sinceridade das letras é a mesma -- Tico, por exemplo, não tem medo de falar sobre sua insônia, hoje conhecida nacionalmente, em músicas como "Nada vai mudar" e "Só por hoje", e descascar suas angústias em geral , a atenção e o carinho com o público são os mesmos (talvez maiores, já que se trata de uma banda que passou o ano de 2003 no "Favelão", como chamam carinhosamente seu ônibus, pelos quatro cantos do Brasil) e o crescimento musical é espantoso. Mais uma vez produzidos por Fernando Magalhães, guitarrista do Barão Vermelho -- que conheceram, por acaso, em um show no Ballroom, no Rio, quando estabeleceu-se uma paixão à primeira ouvida -- e pelo mago Tom Capone, os meninos mostram o que quase 200 shows fazem com músicos que já eram talentosos desde o início: os timbres das guitarras de Nettinho e Renato são de uma harmonia perfeita (claro que a produção de dois mestres da guitarra ajuda, e muito) os dois sabem exatamente quando ir por lados musicais diferentes e quando manter a coesão sonora; na cozinha, Tchello e Fabinho seguram a onda com galhardia, deixando o terreno livre para a dupla de guitarras, os scratches espertos do goleirão Cléééééston! e,principalmente, o canto de Tico Santa Cruz. O maior mérito dos Detonautas talvez seja exatamente a capacidade de dosar agressividade e doçura, peso e melodia, e a voz redonda do cantor tem grande papel nisso. Em "Tênis Roque" e "Send U back", quando ele solta mais os cachorros, se nota com precisão a capacidade das nuances, como o agressivômetro pode estar em 5.2 em vez de 5.3 e a diferença que isso faz. Tico é o tipo de sujeito que não faz nada pela metade: das 11 músicas de "ROQUE MARCIANO", 8 ele gravou em um mesmo dia, de enfiada. Será que a suavidade da baladaça "Tô aprendendo a viver sem você" (belo poema de Rodrigo Netto musicado pelo sexteto) veio junto com a profundidade da música de trabalho "O dia que não terminou" (um alerta contra a violência no trânsito)? Que ninguém duvide. Aliás, falando em baladas, amor, rompimento, mais pontos para os Detonautas: o gosto pelas guitarras pesadas e a seriedade das letras e da atitude não impedem os meninos de falar claramente de amor, de maneira sincera e tocante. Ainda bem. O disco começa com o rockão "O amanhã", de refrão grandioso (outra especialidade da banda): "Não vou mudar em vão/Pra que mentir/ Se os dias vêm e vão e não me vejo aqui", música simples, direta como um gancho do pugilista Rocky Marciano (homenageado por sua garra nos ringues no título do disco, que também se refere à estranheza que às vezes sente quem faz rock, principalmente no Brasil); "Nada vai mudar" vem em seguida, mais marcada, mais confessional, mais um refrão para se cantar a plenos pulmões; já no rádio, "O dia que não terminou" é a seguinte, uma obra de lapidação de Tico na letra, que conta a história de umas pessoa presa nas ferragens de um carro após um acidente, mas de maneira indireta, metafórica, brilhante. Um riff de guitarra pesadão introduz mais uma pancada, "Mercador de almas", levada pelos pratos do DJ Cleston; Tico solta o rap e o verbo, em frases como "Sai daqui quem não presta/ Vamos acabar com esta festa/ Eu já não estou mais assim tão normal"; uma das mais confessionais do disco vem em seguida, "Só por hoje", mais uma levada roqueira, uma letra mais amarga; para compensar, o amor está no ar em "Com você", um dos refrãos mais poderosos do disco e uma mensagem positiva, revigorante: nada mais Detonautas, com performance de alto nível do batera Fabinho (Fábio Brasil, na identidade); a batida continua criativa, mas o assunto fica mais sério em "Silêncio", mais um fruto da insônia de Tico, profundo, poético, pesado. As guitarras puxam "Meu bem", rara contribuição de Renato Rocha na letra, que assina com os residentes Tico e Nettinho: curta, direta no meio do alvo; no mesmo clima, "Tênis Roque" é típica do estilo Tico Santa Cruz de escrever: "Tento olhar o sol/ Quero me encontrar, sem medo de errar então/ Sempre fico assim, vou pro meu lugar/ Não quero mais ficar parado em vão"; pausa para a balada nó-na-garganta "Tô aprendendo a viver sem você", um dos pontos mais altos de um disco que não deixa a peteca cair; para fechar em alto astral, "Send u back", suingada, com barulhinhos espertos e ecos que não deixam os tímpanos. Como o disco inteiro aliás: 42 minutos que resumem uma das bandas mais talentosas surgidas no rock brasileiro recente. E "ROQUE MARCIANO" é apenas o segundo disco dos Detonautas. Ainda bem. Bernardo Araujo</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 18:42:37 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465959/</guid><dc:date>2007-03-02T18:42:37Z</dc:date></item><item><title>O Rappa</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465881/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465881/'&gt;&lt;img src='http://cache7.8pe.com.br/foto/919/107/1919107.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 15:34</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 18:34:31 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465881/</guid><dc:date>2007-03-02T18:34:31Z</dc:date></item><item><title>Canto dos Malditos</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465814/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465814/'&gt;&lt;img src='http://cache4.8pe.com.br/foto/918/824/1918824.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 15:27&lt;br&gt; Olha minha cara de quem gosta de você. Cuspo na tua foto faço cena de TV, pra ver que ainda assim você gosta de mim. Ao ouvir a música do CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA já na primeira vez percebe-se que não se trata de um artista comum. Tampouco que fosse o caso daquele artista alternativo em busca do avesso pelo destaque ou simplesmente pela bandeira. Esses raramente encontram caminho melódico próprio ou interessante. O CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA não é nada mais que a pura saída para 5 jovens soteropolitanos fazerem música acreditando que nela possam estar juntos atitude, discurso, pegada, coerência, e que tudo isso possa ser verdadeiro tanto quanto qualquer jovem imagina que ainda tem de verdade o Rock'n Roll. E por isso fazem um som despretensioso, quase tímido, e ainda assim grandioso ao carregar as esperanças de todos nós. Os cinco jovens do CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA são Andréa Martins (voz), Helinho (guitarra), Danilo (guitarra e voz), David Castor (baixo) e Léo (bateria). As composições são praticamente todas de Andréa, uma menina de 20 anos que por ser tão fascinada pela verdade do discurso e do comportamento ultrapassa o limite do politicamente correto e atinge em cheio a hipocrisia e o falso moralismo que habitam nas relações interpessoais. A voz de Andréa é um capítulo à parte. Intrigante é apenas a 1ª característica à ser atribuída para essa voz. E ainda estranha, singular, e cativante, até que por fim... perfeita. A melhor expressão para quem busca coerência. Simplesmente real. Sem maquiagem. Assim como quis Andréa na ocasião da sessão de fotos para divulgação. Para quê maquiagem se a idéia é mostrar o real?</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 18:27:50 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465814/</guid><dc:date>2007-03-02T18:27:50Z</dc:date></item><item><title>Liah</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465438/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465438/'&gt;&lt;img src='http://cache0.8pe.com.br/foto/917/260/1917260.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 14:39&lt;br&gt; lança Perdas e Ganhos, seu segundo trabalho como cantora e compositora pela gravadora EMI Music. Quando fala, o sotaque é uma mistura charmosíssima de suas andanças pelo Brasil. Do Pará, onde nasceu, até Belo Horizonte, cidade que escolheu para fixar moradia, Liah já conquistou muita experiência, apesar de seus 25 anos. Dona de uma voz melodiosa e de um talento que realmente impressionam, a artista tem mesmo é motivo para rir de sobra: está lançando seu segundo álbum pela gravadora EMI Music. Ainda romântica, mas, sobretudo, roqueira, Liah usou e abusou com responsabilidade do pop e do rock em Perdas e Ganhos, título e primeira faixa de trabalho que mostram o quanto Liah é especial por não deixar-se abater quando o caminho é tortuoso. O resultado de tamanho empenho é a confirmação do amadurecimento musical de Liah, que compôs onze das doze faixas do disco. A última música é uma versão de Cláudio Rabello para Sere Nere, do cantor italiano Tiziano Ferro, que na voz de artista ficou um arraso! "Essa é uma das novidades do disco que considero meu trabalho mais visceral. Fui me descobrindo a cada nova canção, a cada nova inspiração", revela, um pouco tímida. A primeira faixa - Só um Sinal (Liah, Pedro Barezzi e Rick Azevedo) - segundo a própria Liah é o carro chefe do disco para que os fãs saibam logo de cara todo o potencial que ela tem para mostrar. É na música Em Qualquer Lugar (Liah e Rick Azevedo) que ela revela seu atual momento: "leve, alegre, feliz. É uma letra despretensiosa de padrões, assim como eu", comenta também. Em Dúvidas (Liah), ela adianta que a música é mais densa e tensa, mas que retrata perfeitamente seus momentos de questionamento da vida. "Não dá para se ter certeza o tempo todo. E eu assumo minhas dúvidas e incertezas nessa canção". E a balada continua com letras que falam de paixões, ilusões e desilusões amorosas, descobertas, coragem, sonhos e destino em Tarde Demais (Liah), Me Insinuando (Liah) - que qualquer menina na faixa dos vinte anos vai se identificar logo de cara -, Quem me Dera (Liah e Pedro Barezzi), O Troco (Liah), Houve um Tempo (Liah e Rick Azevedo), O Que eu Sinto (Liah, Pedro Barezzi e Rick Azevedo); além de Tudo Que Eu Sempre Quis, de Liah e Rick Azevedo. Liah é certeza de dedicação e muita música. E das boas! (EMI)</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 17:39:19 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465438/</guid><dc:date>2007-03-02T17:39:19Z</dc:date></item><item><title>Rappin' Hood</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465343/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465343/'&gt;&lt;img src='http://cache6.8pe.com.br/foto/916/876/1916876.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 14:27&lt;br&gt; Nascido no bairro do Limão na cidade de São Paulo este sujeito homem vem de origem humilde. Teve uma infância simples mas com a marca da dignidade. Nunca lhe faltou o carinho dos pais. Nas férias, Rappin ia para Araraquara terra natal de sua família. Era levado pelas mãos da avó para ensaiar no coral da igreja católica e ser coroinha de missa. Aos 14 anos começou a frequentar os bailes e criar as primeiras letras de rap. Um dia em São Caetano na Dino's ele subiu ao palco pela primeira vez para cantar um rap em troca de meia dúzia de doses. A partir daí ele nunca mais saiu dos palcos. Começou a frequentar o metrô São Bento, o point dos rappers. A batucada era feita nas latas de lixo que ficavam dentro da estação e os cantores eram Thaide, Brown entre outros. Todo sábado Rappin era presença certa no metrô. Nos anos 80 Rappin conheceu e descobriu a realidade das favelas, das comunidades e os serviços de auto-falante. Foi nesta época que passou a admirar os pagodes de raiz: Zeca, Fundo, Jovelina. Mas seu ídolo foi Almir Guineto. O caminho certo de Rappin Hood era realmente o rap. Ele cantava sozinho, sem DJ, sem nada. Em 89 aconteceu um campeonato de rap no salão Viola de Ouro com produção de William da Zimbabwe. O vencedor foi Rappin Hood. Neste mesmo evento foram lançados os RACIONAIS. William convidou Rappin Hood para ser um dos Racionais. Só que Rappin já cantava com frequência no Clube da Cidade e no Chic Show do empresário Luizão. Este convenceu Rappin a continuar no Chic Show com a promessa de gravação de um disco. A triste conclusão foi que nada acabou acontecendo e Rappin ficou fora do contexto. Como ele participou de fanfarra na adolescência resolveu estudar para tocar trombone. Em 95, ano dos 300 anos da morte de Zumbi aconteceu um grande evento no Anhangabau com os melhores grupos de rap. Eram 100.000 pessoas no parque e quando o PosseMente entrou foi um delírio. Ali aconteceu o lançamento de SOU NEGRÃO. A MTV gravou o show e o clip do PosseMente entrou na programação da emissora. Sucesso absoluto. Em 96 receberam o prêmio revelação da equipe RapSoulFunk. Em 98 a música foi lançada em vinil e cd em parceria com o DJ KL Jay no selo Raízes Discos. Atingiram a venda expressiva de 18.000 cópias. Em 99 os músicos Anderson do Camorra, Max de Castro, Bernardo Vilhena e João Marcello procuraram Rappin Hood para conversar a respeito do PosseMente. João Marcello tinha gostado da participação deles na coletânea do Sampa Crew e ficou interessado. Entretanto aconteceu um fato em 23 de novembro de 1999 no show da revista Raça Brasil realizado pela Trama. Tive a feliz oportunidade de assistir ao show de Rappin Hood e o procurei após a apresentação. 'Preciso falar com você' foram minhas palavras. Ele ficou um pouco assustado. Pensou que tivesse feito algo errado. Qual nada. Confessei para ele que se um dia algum grupo ou cantor de rap me convidasse para dividir uma faixa eu iria aceitar com prazer. E imediatamente Rappin o fez. Fiquei feliz e fui falar com João Marcello que reagiu do mesmo jeito entusiasmado. Foi selado o compromisso. Em 2001 Rappin Hood tem um programa na 105 FM todo sábado de 18h00 as 20h00, RAP DU BOM é o nome. Afinal ele fez rádio comunitária durante dois anos na Rádio Heliópolis. Antônio Luiz Junior cujo nome artístico é RAPPIN HOOD transformou-se em artista respeitado e reconhecido por todos os manos. Agora ele decidiu subir o morro pra dizer que malandragem é trabalhar e a pivetada estudar. Graças a Deus. LECI BRANDÃO</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 17:27:59 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465343/</guid><dc:date>2007-03-02T17:27:59Z</dc:date></item><item><title>Patricia Marx</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465287/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465287/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/916/649/1916649.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 14:22&lt;br&gt; Quem via pela TV aquela pequena menina de 7 anos dublando sucessos de Kate Bush e Gal Costa nos anos 80 não poderia imaginar a grande cantora que estaria se revelando com o passar dos anos. Aos 9 anos, depois de ganhar diversos prêmios e ficar em segundo lugar no Festival Internacional da Criança, do SBT, ela grava sua primeira música, na coletânea do próprio festival. No mesmo concurso Patrícia conhece Luciano, com quem formou uma dupla e chegou a gravar o disco Clube da Criança, com participações de Xuxa e do palhaço Carequinha. No ano seguinte, em 83, Juninho Bill entra para a turma e a dupla então vira o trio Trem da Alegria, o fenômeno da música infantil que durante os quatro anos seguintes "distribuiu" hits como Piuí Abacaxi, É de Chocolate e Uni Duni Te por todo o Brasil. Ao deixar o Trem da Alegria, em 87, Patrícia sai em carreira solo e lança no ano seguinte seu primeiro trabalho, intitulado Paty. Nesse disco, o hit Festa do tornou-se um sucesso, entrando para a trilha sonora da novela Bambolê, da Rede Globo. Em 89, aproveitando o embalo de sua carreira, ela lança Patrícia, de onde saíram os hits Certo ou Errado e Cedo Demais. No ano seguinte, lança Incertezas, que contava com as colaborações de ninguém menos que Ed Motta, Engenheiros do Hawai e que marca uma fase de transição na carreira dela, onde começava a deixar a adolescência para trás. Sonho de Amor e Destino foram os destaques desse disco. Dois anos depois, mais madura e cada vez mais focalizada em desenvolver seu talento, ela deixa a BMG e lança o CD Neoclássico, em que interpreta grandes sucessos de nomes como Rita Lee, Pixinguinha, Tom Jobim e Noel Rosa, entre outros. A curiosidade desse disco é que apesar de reunir canções que fizeram sucesso no Brasil, ele foi lançado somente no Japão e pouquíssimas cópias chegaram por aqui. Ainda no começo dos anos 90, Patrícia entra em nova fase de sua carreira, voltando com um visual mais sensual e de gravadora nova, a Universal, por onde gravou mais três discos: Ficar Com Você, Quero Mais e Charme do Mundo, os três pelo selo Lux, de Nelson Motta. Em Ficar Com Você, Patrícia volta com um estilo mais dançante e emplaca novamente uma trilha sonora, desta vez para a novela A Viagem, com a música Quando Chove. Seu segundo disco pelo selo de Nelson Motta, Quero Mais trouxe mais um hit para a coleção de Patrícia: a música Sei Que Você Não Vai, uma regravação do clássico dos anos 70, Never Can Say Goodbye, onde já estão mais presentes as influências do RnB e batidas eletrônicas. Já em 98, seu terceiro disco pela Lux Music, Charme do Mundo, foi produzido por João Marcello Bôscoli e Max de Castro, que misturaram Bossa Nova e música eletrônica à voz impecável de Patrícia, em regravações de clássicos de outros artistas. Com o fim de seu contrato com a Universal, Patrícia viajou para Nova York e mais nove cidades do Japão para divulgar Millenium, uma compilação com alguns dos melhores momentos da cantora em toda a sua carreira. As versões ao vivo de Samba de Verão, com Marcos Valle e Sabiá, com Nelson do Cordel abrem a seleção de 20 sucessos de Patrícia, que após esse disco resolve parar para "respirar" por quatro anos. Nesse meio tempo ela casou-se com o produtor Bruno E, com quem teve um filho, o pequeno Artur, e aproveitou a pausa para refletir e reciclar as idéias. Quatro anos depois, de volta de seu retiro, surge uma nova Patrícia, musicalmente mais eletrônica e com letras mais sensíveis, falando de espiritualidade, gravidez e outras experiências vividas por ela nesse período. Toda essa nova fase de Patrícia Marx pode ser encontrada no recém-lançado CD Respirar, que mistura elementos acústicos de música brasileira com programações de música eletrônica e mostra mais uma faceta da versátil cantora que é. Bem-vindos !</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 17:22:06 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465287/</guid><dc:date>2007-03-02T17:22:06Z</dc:date></item><item><title>Dj Marcelinho</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465266/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465266/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/916/563/1916563.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 14:17&lt;br&gt; DJ Marcelinho nasceu em São Paulo em 1975 no bairro da Pompéia . Sem nenhuma tradição musical na família, aos 13 anos foi se interessando pela atividade de DJ através da TV (um programa chamado DJ TV) e das rádios que veiculavam mixagens na época. Começou tocando em festas no bairro: house e depois um estilo mais puxado para a black music. Foi integrante do grupo Fulminantes do Rap de 1990 até 1992. Só em 1995 começou sua carreira profissional como DJ da banda de rap brasiliense Câmbio Negro, com quem gravou dois discos (Diário de um Feto e Câmbio Negro) e se apresentou em várias cidades brasileiras . Também participou de shows e discos de artistas como Inocentes, Nação Zumbi, Otto, Sepultura, Planet Hemp e Raimundos , entre outros, além de sempre tocar em clubs como DJ convidado. Atualmente se dedica à produção musical e à divulgação de seu primeiro trabalho solo no qual mistura hip hop com outros estilos, como chorinho por exemplo. DJ Marcelinho surge para provar que o DJ de hip hop pode ser um profissional além daquele que faz performances ou discotecagens aliando inovação na produção, na pós produção e mixagem.</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 17:17:52 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465266/</guid><dc:date>2007-03-02T17:17:52Z</dc:date></item><item><title>Rock Rocket</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465199/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465199/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/916/289/1916289.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 14:07&lt;br&gt; O Rock Rocket decola com seu foguete musical fazendo muito barulho e levando em sua bagagem, bom humor, irreverência, punk e rock and roll. Impulsionados na velocidade do som, a base de muita cerveja e inspirados por muitas mulheres. Prepare-se para o som explosivo desta banda que prova a cada música que o melhor e mais puro rock and roll ainda é despretensioso e repleto de birita. A BANDA O trio formado por Alan (bateria e vocais), Noel (guitarra) e Pesky (Baixo), estão há 3 anos na estrada e já tem muita história para contar, antes mesmo do lançamento de seu primeiro álbum. Em 2004, surgidos no cenário independente, foram indicados no VMB da MTV, na categoria melhor videoclipe independente com Por Um Rock and Roll Mais Alcoólatra e Inconseqüente. Esse passaporte garantiu shows nas principais capitais do país, participações em inúmeros festivais de música independente e em vários programas de TV e de rádio, projetando o Rock Rocket como uma das principais bandas da cena independente paulista. Em 2004 ganharam Prêmio Claro de Música Independente na categoria Revelação. Em 2005 foram novamente indicados ao VMB, desta vez com o clipe Puro Amor em Alto Mar. No começo de 2006 foram contratados pelo selo TramaVirtual e agora lançam o primeiro álbum com vários bônus: dois videoclipes (Por um Rock and Roll Mais Alcoólatra e Inconseqüente e Puro Amor em Alto Mar) e as faixas também no formato MP3. Os 3 integrantes assumem como principal influência de suas composições estilos que vão do rockabilly ao punk rock.</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 17:07:52 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465199/</guid><dc:date>2007-03-02T17:07:52Z</dc:date></item><item><title>Divulgue Sua Banda!</title><link>http://www.8p.com.br/musica/flog/465003/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/musica/flog/465003/'&gt;&lt;img src='http://cache0.8pe.com.br/foto/915/440/1915440.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 02.03.2007 - 13:14&lt;br&gt; Divulgue aqui as fotos de sua banda!, agenda de shows,contato etc...</description><pubDate>Fri, 02 Mar 2007 16:14:00 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/musica/flog/465003/</guid><dc:date>2007-03-02T16:14:00Z</dc:date></item></channel></rss>

