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<?xml-stylesheet href="/estatico/css/feed.css" type="text/css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><title>8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/</link><description>Este é um feed RSS do 8p do usuário o3educaçãoequalidadeambiental</description><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 03:00:00 GMT</pubDate><generator>Se a página estiver incompreensível, não se assuste. Este código é feito para computadores, não para pessoas. Para maiores informações sobre o formato e como utilizá-lo, acesse a ajuda 8P http://ajuda.globo.com/Ajuda/0,,7160,00.html .</generator><image><title>o3educaçãoequalidadeambiental</title><url>http://cache3.8pe.com.br/foto/526/383/29526383.jpg</url><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/perfil</link></image><item><title>Minc critica texto do New York Times .</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7703659/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7703659/'&gt;&lt;img src='http://cache0.8pe.com.br/foto/88/30/31088030.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 20.05.2008 - 09:58&lt;br&gt; O secretário do Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, convidado pelo presidente Lula para assumir o cargo de ministro do Meio Ambiente, sugeriu que sofre de desequilíbrio psicológico o autor da reportagem, publicada no domingo (18) no jornal "The New York Times", que afirma que a Amazônia não seria brasileira, mas sim internacional. A reportagem saiu assinada pelo correspondente do "NYT" no Rio de Janeiro, Alexei Barrionuevo. "Quem faz uma proposta dessas deveria passar por uma requalificação psicológica, tal o disparate que contém. Os donos (da Amazônia) somos nós", declarou Minc, em entrevista ao sair da residência da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Minc deu sua receita para o Brasil mostrar que é competente nos cuidados com a Amazônia. "É evitar que vire carvão, garantir o desenvolvimento sustentável, a preservação do meio ambiente, e isso o Brasil sabe fazer. As ajudas externas são bem-vindas, desde que em projetos capazes de preservar." O secretário confirmou que pedirá ao presidente Lula a liberação das verbas para o Meio Ambiente que estão contingenciadas, que totalizam, segundo ele, R$ 850 milhões. Minc disse ter sido informado de que só 10% das verbas chegam ao Ministério do Meio Ambiente. O dinheiro é resultante de royalties de uso de água por hidrelétricas e empresas de saneamento e de royalties do petróleo. Minc disse acreditar que, como Lula quer um Ministério do Meio Ambiente forte, "vai liberar as verbas" contingenciadas. "A pior coisa que poderia acontecer, após a saída de Marina Silva, era ter um ministério fraco, que não se impusesse ou não tivesse recursos para trabalhar", disse. "Porque é só com dinheiro que você tem condição de entrar na discussão científica, na condição de participar da discussão sobre ciência e tecnologia, saneamento ambiental." Minc acrescentou que o problema do saneamento ambiental é hoje a principal causa da poluição dos rios. (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Tue, 20 May 2008 12:58:36 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7703659/</guid><dc:date>2008-05-20T12:58:36Z</dc:date></item><item><title>6 meses 7 mil km quadrado de desmatamento.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518637/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518637/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/803/3/30803003.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 15.05.2008 - 08:21&lt;br&gt; Sete mil km quadrado de floresta foram desmatados em seis meses Segundo Inpe, 53% do desmatamento foi registrado em Mato Grosso. Até abril, fiscais aplicara R$ 31,3 milhões em multas. Sete mil quilômetros quadrados de Floresta Amazônica foram desmatados no segundo semestre de 2007, segundo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Apenas no estado de Mato Grosso foram 53% do total. Veja o site do Jornal Nacional O Governo federal endureceu a fiscalização em Mato Grosso. Porém, a medida não parece que ter surtido efeito, pois no primeiro trimestre deste ano o desmatamento triplicou nos estados do Pará e de Mato Grosso em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o Inpe, em fevereiro foram desmatados 725 quilômetros quadrados, um aumento de 13% em relação a janeiro. Já em março a área desmatada na Amazônia diminuiu. Foram 145,7 quilômetros quadrados, mas Mato Grosso continua como grande vilão. As estatística apontam que o estado foi responsável por 77% da derrubada de árvores. O desmatamento é resultado do avanço das fronteiras agrícolas. Mato Grosso lidera a produção de grãos e tem o maior rebanho bovino do país. Para os ambientalistas, conter a devastação da floresta significa buscar um melhor aproveitamento da terra. O governo estadual contesta o método usado pelo Inpe para medir o desmatamento. A Secretaria de Meio Ambiente diz que os satélites detectam a destruição, mas não esclarecem o período em que as árvores foram derrubadas. O Ibama endureceu a fiscalização no estado e já embargou 416 fazendas por crime ambiental. Até o início de abril, a Operação Arco de Fogo aplicou R$ 31,3 milhões em multas e apreendeu 25,8 mil metros cúbicos de madeira nos estados de Mato Grosso, Pará e Rondônia - bases da ação integrada da Polícia Federal, Ibama e Força Nacional de Segurança.</description><pubDate>Thu, 15 May 2008 11:21:21 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518637/</guid><dc:date>2008-05-15T11:21:21Z</dc:date></item><item><title>De volta ao Senado, Marina diz.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518632/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518632/'&gt;&lt;img src='http://cache1.8pe.com.br/foto/802/981/30802981.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 15.05.2008 - 07:53&lt;br&gt; A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que pediu demissão na última terça-feira (13), disse que retomará o mandato de senadora para buscar respaldo político para ações ambientais. A declaração consta de carta publicada nesta quarta-feira (14) na página do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. "Voltarei ao Congresso Nacional na busca da sustentabilidade política fundamental para consolidação da agenda de desenvolvimento sustentável", afirma na carta endereçada aos servidores do Ministério do Meio Ambiente, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes, da Agência Nacional de Águas (ANA), do Serviço Florestal Brasileiro e do Jardim Botânico. No pedido de demissão enviado ao Palácio do Planalto, Marina Silva alegou dificuldades enfrentadas "há algum tempo" para continuar implementando a agenda ambiental em nível federal e que "as difíceis tarefas que o governo ainda tem pela frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental". Na carta enviada aos servidores, ela afirma que está fechando um ciclo "no qual enfrentamos muitas dificuldades" e cita uma série de ações do Ministério do Meio Ambiente e dos órgãos de apoio que classificou como "resultados gratificantes". Entre as medidas, estão a criação de 24 milhões de hectares de áreas de conservação e a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas. A ministra demissionária afirma ainda que "está certa" de que o trabalho dos órgão ambientais terá continuidade em outras gestões, "sobretudo pela ação de vocês, servidores, os agentes verdadeiramente capazes de internalizar a política ambiental que melhor sirva ao País". (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Thu, 15 May 2008 10:53:29 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7518632/</guid><dc:date>2008-05-15T10:53:29Z</dc:date></item><item><title>Carlos Minc é confirmado.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7509860/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7509860/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/793/23/30793023.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 14.05.2008 - 21:54&lt;br&gt; Quarta-feira, 14/05/2008 O governo anunciou que Carlos Minc vai mesmo assumir o Ministério do Meio Ambiente, após negociação entre o secretário e on presidente Lula. A saída de Marina Silva teve repercussão internacional. Clique Aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM827715-7823-CARLOS+MINC+E+CONFIRMADO+COMO+NOVO+MINISTRO+DO+MEIO+AMBIENTE,00.html</description><pubDate>Thu, 15 May 2008 00:54:34 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7509860/</guid><dc:date>2008-05-15T00:54:34Z</dc:date></item><item><title>Marina Silva pede demissão.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7488621/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7488621/'&gt;&lt;img src='http://cache0.8pe.com.br/foto/767/980/30767980.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 14.05.2008 - 09:06&lt;br&gt; A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou carta de demissão nesta terça-feira (13) segundo assessoria, que não revelou os motivos pelos quais ela decidiu deixar o cargo. O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bazileu Margarido, também estão demissionários, informou uma fonte do governo. Ainda nesta terça, o Conselho de gestão do Ibama deve se reunir para discutir a transição no comando do Meio Ambiente. A saída do Planalto ocorre cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS). Na solenidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o ministro extraordinário do Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE), Roberto Mangabeira Unger, seria o coordenador do PAS, mas fez uma brincadeira com Marina: "Dilma, eu disse que você é a mãe do PAC. Ninguém como você, Marina, para ser a mãe do PAS. De mãe em mãe, vocês percebem que estou criando a nova China aqui." Marina está à frente do ministério desde o primeiro mandato de Lula. Sua saída põe fim a um processo de desgaste que se acentuou no ano passado, quando o atraso na concessão de licenças ambientais pelo Ibama foi apresentado como o grande vilão para o não andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Marina chegou a protagonizar disputas com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o próprio Lula fez críticas públicas à área sob seu comando quando a falta de licenças atrasou o processo de leilão das usinas do Rio Madeira. Sob forte bombardeio desde então, a ministra mantinha suas convicções em eventos públicos. Ainda na última segunda, durante lançamento do Programa Brasileiro de Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa, a ministra teve a coragem de criticar a menina dos olhos do governo Lula, o investimentos em biocombustíveis: "o Brasil não quer ser a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) dos biocombustíveis(...) Queremos dar nossa contribuição em relação aos biocombustíveis, mas observando nossa capacidade de suporte. E de forma que não comprometa a segurança alimentar nem a questão ambiental", chegou a dizer Marina à Agência Brasil. "Nossa economia depende 50% da nossa biodiversidade. Quem destruiria sua galinha dos ovos de ouro?", indagou em Brasília. Marina reassume sua vaga como senadora no lugar de Sibá Machado (PT-AC), que é seu suplente e ocupava o cargo desde que a ministra assumiu o posto em 2003. O Palácio do Planalto ainda não confirma a informação. Trajetória - Marina tem uma trajetória muito parecida com a de Lula. Nascida em 1958, na "colocação" (espaço explorado por uma família dentro do território do seringal) Breu Velho, no Seringal Bagaço, a 70 quilômetros de Rio Branco, capital do Acre, trabalhou como empregada doméstica e alfabetizou-se pelo antigo Mobral. Após fazer o supletivo, aos 26 anos formou-se em História pela Universidade Federal do Acre. Em 1985, ela filiou-se ao PT e passou a participar das Comunidades Eclesiais de Base, de movimentos de bairro e do movimento dos seringueiros. Em 1984, foi fundadora da CUT no Acre, que teve Chico Mendes como seu primeiro coordenador, com Marina atuando como vice-coordenadora. Nas eleições municipais de 88 foi a vereadora mais votada em Rio Branco e conquistou a única vaga de partidos de esquerda na Câmara Municipal. Em 1990 candidatou-se a deputada estadual e foi novamente a mais votada. Marina Silva foi eleita pela primeira vez para o Senado em 1994. Na época, aos 36 anos, foi a senadora mais jovem da história da República. Em 2002 foi reeleita com uma votação quase três vezes superior à anterior. (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Wed, 14 May 2008 12:06:14 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7488621/</guid><dc:date>2008-05-14T12:06:14Z</dc:date></item><item><title>Estação de tratamento de esgoto do Flamengo.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7374107/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7374107/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/634/993/30634993.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 12.05.2008 - 13:36&lt;br&gt; Segunda-feira, 12/05/2008 Especialistas acreditam que seria melhor transferir a estação de tratamento para outro lugar e desviar a água do Rio Carioca. Engenheiro crê que outras ações ajudariam a diminuir o impacto ambiental. Clique Aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM826554-7823-ESTACAO+DE+TRATAMENTO+DE+ESGOTO+DO+FLAMENGO+PODE+SER+TRANSFERIDA,00.html</description><pubDate>Mon, 12 May 2008 16:36:27 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7374107/</guid><dc:date>2008-05-12T16:36:27Z</dc:date></item><item><title>Brasil emitiu menos gás carbônico</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213682/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213682/'&gt;&lt;img src='http://cache2.8pe.com.br/foto/483/202/30483202.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 09.05.2008 - 09:30&lt;br&gt; O Brasil está em posição confortável em termos de emissão de gases de efeito estufa devido à grande parcela de geração de energia renovável, especialmente hidrelétrica e biomassa. Segundo dados divulgados na quinta-feira (8) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal responsável pelo planejamento de longo prazo do setor energético no País, o Brasil emitiu o equivalente a 1,84 tonelada de gás carbônico (CO2) por habitante em 2007, enquanto os Estados Unidos emitiram o equivalente a 19,61 toneladas por habitante no ano passado e o Japão 9,5 toneladas por habitante, no período. A média mundial ficou em 4,22 de toneladas por habitante e na América Latina de 2,09. Os gases de efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono, são apontados pelos especialistas como responsáveis pelo aquecimento global. O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, considera a situação brasileira vantajosa devido à forte participação de energias renováveis no total de energia brasileira. Em 2007, esse tipo de energia participou com 46,4% da energia total consumida no País, enquanto a média mundial ficou em 12,7% e nos países ricos (integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, OCDE, que reúne 30 países, que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo) a média foi de 6,2%. "A vantagem do Brasil é que o País tem condições de aumentar a oferta de energia renovável, especialmente hidreletricidade e de biomassa, sem precisar de subsídios", observou. Alguns países europeus estão ampliando a participação de energia eólica na matriz energética, mas ao custo de muito subsídio. O mesmo ocorre nos Estados Unidos, com a produção de etanol a partir do milho. "No Brasil, as energias renováveis não precisam sacrificar o consumidor", complementou. A energia não-renovável é constituída especialmente de combustíveis fósseis, como os derivados de petróleo e o carvão. Riquezas geradas - Quando se considera as emissões por quantidade de riquezas geradas, porém, a situação é menos favorável ao Brasil, especialmente em relação ao Japão. Pelos dados do Balanço Energética Nacional (BEN) de 2007, divulgado hoje pela EPE, o Brasil emitiu cerca de 0,49 tonelada para cada US$ 1 mil de Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o Japão conseguiu uma relação de 0,24 tonelada de CO2 para cada US$ 1 mil de PIB. Os Estados Unidos conseguiram relação de 0,53 tonelada por US$ 1 mil de PIB, o que é inferior à média da América Latina (de 0,58) e mesmo mundial (de 0,75). Ou seja, embora os Estados Unidos sejam os maiores poluidores mundiais, em termos de emissão de gás carbônico, considerando as riquezas geradas, a situação americana é menos desfavorável. Emissão por energia oferecida - Adotando-se outro critério de avaliação, com a relação de emissões de dióxido de carbono por quantidade de energia oferecida, o Brasil consegue uma situação bem favorável, em relação à média mundial. Segundo os dados da EPE, o Brasil emitiu 1,57 tonelada de gás carbônico para cada tonelada de oferta interna de energia consumida em 2007. A relação dos Estados Unidos foi de 2,49 por esse critério, superando a média do Japão (2,29), da América Latina (1,88) e mundial (2,37), conforme dados da EPE divulgados na quinta-feira (8). (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Fri, 09 May 2008 12:30:46 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213682/</guid><dc:date>2008-05-09T12:30:46Z</dc:date></item><item><title>Cana fonte de energia no pais.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213633/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213633/'&gt;&lt;img src='http://cache6.8pe.com.br/foto/483/6/30483006.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 09.05.2008 - 09:06&lt;br&gt; Pela primeira vez, cana supera hidráulica como fonte de energia no país A cana-de-açúcar passou a ser em 2007, pela primeira vez, a segunda matriz energética do Brasil, superando a energia hidráulica como fonte, segundo o presidente da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. A energia produzida por produtos da cana representou 16%, enquanto que a hidráulica foi de 14,7%. Ela só perde para o petróleo, que representa 36,7% das fontes usadas no país. Em entrevista coletiva para divulgar o balanço da oferta e do consumo de energia no país no ano passado, Tolmasquim destacou que as fontes renováveis - hidráulica, carvão vegetal e produtos de cana-de-açúcar - representaram 46,4% de toda a produção. "O ano passado foi um ano muito importante e simbólico para o setor elétrico no Brasil. Primeiro, porque 70% do crescimento do consumo de energia no país foram devidos a fontes renováveis. (...) Segundo, porque a cana passou a ser mais importante na matriz energética que a hidráulica. Durante anos e décadas, a hidráulica foi a segunda fonte [atrás do petróleo]. Tudo indica que é uma tendência que veio para ficar", declarou Tolmasquim. Segundo o presidente da EPE, "isso mostra uma tendência muito forte do avanço do etanol como fonte energética. O ritmo da produção da energia do etanol é irreversível". De acordo com Tolmasquim, o país tem "totais condições" de aumentar a produção de etanol sem que isso afete a produção de alimentos. O presidente da EPE afirmou ainda que o Brasil se destaca no cenário mundial por produzir ter uma matriz energética limpa e renovável e que chega barata para o consumidor, pois não precisa de subsídios. "Cerca de 46% da energia consumida no Brasil vem de recursos renováveis sem qualquer tipo de ônus para o consumidor", disse Tolmasquim. (Fonte: Globo Online)</description><pubDate>Fri, 09 May 2008 12:06:39 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7213633/</guid><dc:date>2008-05-09T12:06:39Z</dc:date></item><item><title>Mudanças no clima são tema de debate em Brasília.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018540/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018540/'&gt;&lt;img src='http://cache7.8pe.com.br/foto/362/817/30362817.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 08.05.2008 - 08:41&lt;br&gt; Quinta-feira, 08/05/2008 Começou ontem em Brasília a Terceira Conferência Nacional de Meio Ambiente. As mudanças climáticas estão entre os principais temas do encontro. Ao todo, 3500 pessoas participaram do debate. Clique Aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM824885-7823-MUDANCAS+NO+CLIMA+SAO+TEMA+DE+DEBATE+EM+BRASILIA,00.html</description><pubDate>Thu, 08 May 2008 11:41:43 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018540/</guid><dc:date>2008-05-08T11:41:43Z</dc:date></item><item><title>Putin quer estimular produção de petróleo.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018539/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018539/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/362/813/30362813.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 08.05.2008 - 08:36&lt;br&gt; MOSCOU, 8 Mai 2008 (AFP) - O ex-presidente e atual primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, prometeu nesta quinta-feira reduzir a inflação e estimular a produção de petróleo do país com o corte de impostos. "Chegou a hora de tomar a decisão de reduzir os impostos neste setor da economia, com o objetivo de estimular o aumento da extração e do refinamento de petróleo", disse na Duma (Câmara Baixa do Parlamento), que confirmou seu nome como primeiro-ministro. Os impostos também seriam reduzidos em outros setores, como a construção e a educação, acrescentou Putin, que destacou a necessidade disto para "estimular o desenvolvimento econômico do país". Também fixou como objetivo "levar a inflação para abaixo de 10% nos próximos anos". A inflação atualmente supera 14% ao ritmo anual e é a maior preocupação dos russos. Putin também prometeu mais qualidade de vida. "Podemos e devemos nos transformar em um líder mundial nos principais indicadores de nível de vida durante os 10 a 15 próximos anos", disse, antes de mencionar os salários, a previdência social, a educação e saúde, a expectativa de vida, o meio ambiente e a moradia. O ex-presidente defendeu ainda o fortalecimento da liberdade de empresa e se declarou seguro de que a "Rússia se transformará em um dos principais centros financeiros do mundo". Os deputados russos aprovaram por 392 votos contra 56 a candidatura de Putin ao posto de chefe de Governo, um dia depois da nomeação por parte do novo presidente da Rússia, Dmitri Medvedev. Mais cedo, no Parlamento, Medvedev, sucessor e pupilo de Putin, havia afirmado que, como primeiro-ministro, Putin terá um papel chave nos planos de desenvolvimento da Rússia até 2020.</description><pubDate>Thu, 08 May 2008 11:36:40 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018539/</guid><dc:date>2008-05-08T11:36:40Z</dc:date></item><item><title>Brasileiros produzem mapa.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018538/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018538/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/362/809/30362809.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 08.05.2008 - 08:31&lt;br&gt; Pesquisadores brasileiros produziram pela primeira vez um mapa das áreas prioritárias para conservação de sapos, rãs e pererecas - os chamados anuros - em grande escala na América Latina. Os anfíbios são o grupo animal mais ameaçado do planeta e os cientistas esperam que o estudo sirva como referência para a criação de áreas protegidas capazes de reverter essa tendência. O trabalho, publicado na quarta-feira (7) na revista internacional PLoS One, identifica 6,2 milhões de km2 (uma área maior do que a Amazônia) que precisariam ser protegidos para garantir a sobrevivência de todas as espécies ameaçadas de anuros da região Neotropical - dos desertos quentes do norte do México às terras geladas da Patagônia, no extremo sul da Argentina. As áreas mais prioritárias são remanescentes florestais de regiões montanhosas na América Central, nos Andes e na mata atlântica brasileira. Cientistas ligados ao Global Amphibian Assessment, um levantamento publicado em 2004, estimam que mais de 30% das espécies de anfíbios do mundo estão ameaçadas de extinção. Na América Latina, são mais de 1.100 espécies em risco. "É um grupo que precisa de atenção urgente, com estratégias de conservação eficazes", afirma o ecólogo Rafael Loyola, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), autor principal do trabalho, que cruzou dados referentes a 700 espécies ameaçadas da região. (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Thu, 08 May 2008 11:31:47 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018538/</guid><dc:date>2008-05-08T11:31:47Z</dc:date></item><item><title>Desmatamento na Amazônia cai 80%.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018537/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018537/'&gt;&lt;img src='http://cache5.8pe.com.br/foto/362/805/30362805.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 08.05.2008 - 08:23&lt;br&gt; Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseados no levantamento do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter), mostram que o desmatamento na Amazônia sofreu uma redução de 80% no mês de março em comparação a fevereiro de 2008, período em que foi desencadeada a Operação Arco de Fogo, da Polícia Federal. Desde o início da operação, que se concentra nos Estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia, estes são os primeiros dados a respeito da diminuição do desmatamento. A maior queda ocorreu em Mato Grosso, que obteve 82,4% de redução no índice de devastação de novas áreas dentro do bioma. Até quarta-feira (7), foram apreendidos 15.500 metros cúbicos de madeira, o correspondente a cerca de 4 mil caminhões, 19 motosserras, 10 armas e 95 veículos. Foram instaurados 124 procedimentos de apuração, presas 86 pessoas e destruídos 830 fornos. A operação continua nas madeireiras, mas será ampliada para a verificação dos planos de manejo das propriedades rurais das regiões. De acordo com o coordenador nacional da Operação Arco de Fogo, delegado Álvaro Palharini, estão sendo realizados todos os esforços para a liberação dos recursos necessários para a implantação da segunda fase da operação, em que serão instaladas nove bases terrestres e uma fluvial, nas vias de acesso à floresta. (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Thu, 08 May 2008 11:23:16 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/7018537/</guid><dc:date>2008-05-08T11:23:16Z</dc:date></item><item><title>Ibama multa fazenda em R$ 8 milhões.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818510/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818510/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/297/409/30297409.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 07.05.2008 - 13:03&lt;br&gt; Ibama multa fazenda em R$ 8 milhões no Pará Segundo instituto, fazendeiro já havia sido multado em 2007 por desmatamento ilegal. Ação faz parte de operação que conta com Ibama, PF, Governo paraense e Força Nacional. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou em R$ 8 milhões o proprietário de uma fazenda por descumprimento de embargo, no município de Dom Eliseu (PA), na última quarta-feira (30). Segundo o instituto, o fazendeiro já havia sido multado, em 2007, por ter desmatado uma área de aproximadamente 2.730 hectares de sua propriedade sem a autorização do órgão competente. Na época, a área foi embargada e deveria permanecer inativa até que fosse regularizada. Além disso, foi constatada no local a disposição inadequada de 120 embalagens de agrotóxico. Pelas infrações, a multa lavrada foi de R$ 120 mil. Esta ação faz parte da Operação Arco de Fogo , coordenada pela Polícia Federal, em parceria com o Ibama, Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Pará e Força Nacional de Segurança.</description><pubDate>Wed, 07 May 2008 16:03:22 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818510/</guid><dc:date>2008-05-07T16:03:22Z</dc:date></item><item><title>Lula e Marina abrem Terceira Conferência do M.A.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818501/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818501/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/287/573/30287573.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 07.05.2008 - 12:55&lt;br&gt; A Terceira Conferência do Meio Ambiente será aberta oficialmente em Brasília, às 19 horas, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. A ministra deveria dar uma entrevista hoje cedo sobre o encontro, mas falará somente após o presidente, que deve anunciar um Plano de Crescimento Sustentável para a Amazônia. Participam deste encontro 2 mil representantes de governos, empresários e da sociedade civil, que discutirão ações e políticas públicas para enfrentar os impactos do aquecimento global no Brasil. Até sábado , os delegados da Terceira Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que tem como tema as mudanças climáticas, pretendem chegar a um acordo sobre sugestões para subsidiar o Plano e a Política Nacional de Mudança do Clima, prometidos para este ano. Também serão discutidos estratégias em relação à desertificação, que deve ser a principal demanda dos Estados do Nordeste brasileiro na conferência, o combate à devastação da floresta amazônica será um dos itens prioritários da plenária nacional. O desmatamento é responsável por 75% das emissões brasileiras de gás carbônico, um dos gases de efeito estufa considerados causadores do aquecimento global.</description><pubDate>Wed, 07 May 2008 15:55:18 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6818501/</guid><dc:date>2008-05-07T15:55:18Z</dc:date></item><item><title>Aquecimento global.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6758529/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6758529/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/242/599/30242599.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 07.05.2008 - 08:52&lt;br&gt; Aquecimento global pode não multiplicar ciclones, mas aumenta sua violência Os especialistas em climatologia permanecem divididos sobre as ligações entre aquecimento global e ciclone, cujo número se mantém estável mas com intensidade que parece aumentar, como mostram os danos provocados pelo Nargis em Mianmar. "Temos em média 80 tempestades tropicais ou ciclones a cada ano no mundo, e não observamos qualquer aumento deste número", declarou Frédéric Nathan, da agência Meteo-France. No norte do Oceano Índico, estes fenômenos são registrados em média cinco vezes por ano, acrescentou. "Porém, temos constatado nos últimos 30 anos um aumento do número de ciclones de categorias 4 e 5 acompanhados de ventos de mais de 200 km/h", prosseguiu Nathan. De acordo com o Instituto de tecnologia de Georgia, em Atlanta, os ciclones de categorias 4 e 5 foram praticamente multiplicados por dois entre os anos 70 e os anos 1990-2004, passando de 50 a 90. O professor Kerry Emmanuel, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), também afirmou que a potência dos ciclones tropicais foi quase multiplicada por dois desde os anos 50. Segundo o útimo relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC), publicado em 2007, "pode-se esperar não um maior número de ciclones, mas ciclones de maior intensidade", frisou Hervé Le Treut, diretor de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS). Entretanto, o pesquisador emitiu uma reserva, destacando que os estudos sobre os quais se baseiam estas observações são mais numerosoas no Atlântico do que no oceano Índico. "Só poderemos afirmar isso no longo prazo. O clima é subordinado a leis estatísticas definidas nos últimos 30 anos, aproximadamente. Não temos sistemas de observação e gravações completas ou perfeitas sobre todos os oceanos do mundo, e carecemos de informações precisas sobre o que aconteceu antes da era do satélite", explicou. A comunidade científica segue muito dividida. "O problema é que os dados que temos sobre os 30 últimos anos não são confiáveis o suficiente para que possamos deduzir uma tendência local", concordou Adam Lea, do Benfield University College de Londres. "Continua sendo muito difícil prever o futuro", afirmou. (Fonte: Yahoo!)</description><pubDate>Wed, 07 May 2008 11:52:50 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6758529/</guid><dc:date>2008-05-07T11:52:50Z</dc:date></item><item><title>Centro de pesquisa transforma CO2.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518751/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518751/'&gt;&lt;img src='http://cache1.8pe.com.br/foto/63/31/30063031.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 06.05.2008 - 10:25&lt;br&gt; Centro de pesquisa transforma CO2 em gás natural Uma equipe de pesquisadores britânicos, dirigida pela cientista espanhola Mercedes Maroto-Valer, desenvolveu uma tecnologia capaz de transformar o dióxido de carbono (CO2), o principal responsável pela mudança climática, em gás natural. Isto foi revelado à Agência Efe por Maroto-Valer, chefe do Centro para a Inovação em Captura e Armazenamento de Carbono (CICCS, em inglês), da Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Trata-se de um laboratório pioneiro na busca de soluções que permitam capturar e processar o CO2 para reduzir a presença do gás na atmosfera. O CICCS já projetou vários procedimentos para capturar o CO2 emitido pelas indústrias mais poluentes, como as centrais termelétricas, as companhias de cimento e as petrolíferas, e armazená-los em sedimentos geológicos, como poços de petróleo ou de gás já esgotados, minas de carvão e formações geológicas. No entanto, esta possível solução para reduzir a presença de CO2 na atmosfera apresenta alguns inconvenientes, já que não se sabe o tempo máximo que o gás poderia permanecer armazenado, e existe o risco, "imprevisível, mas possível", que haja fuga em grande escala, o que poderia causar graves conseqüências ambientais. A solução, além de "esconder" o CO2 sob a terra, inclui encontrar um método que permita a reutilização deste gás para conseguir, com segurança e eficácia, a redução de sua presença na atmosfera e diminuir o aquecimento global. A equipe da Maroto-Valer trabalha atualmente em uma tecnologia capaz de transformar o CO2 em metano graças a um processo similar à fotossíntese. "As plantas usam CO2, água e luz e os transforma em açúcares. Nós fazemos um processo parecido. Também usamos luz, água e CO2, mas, em vez de gerar carboidratos, produzimos metano", explicou a pesquisadora. Maroto-Valer afirmou que a aplicação da tecnologia em escala mundial permitiria obter o "ciclo perfeito da energia", já que "o CO2 seria passado a gás natural e deste ao CO2 novamente." "Seria a solução perfeita", destacou. A cientista frisa que o mais importante na luta contra a mudança climática é "não se concentrar em um único processo", mas desenvolver várias soluções possíveis, aplicáveis segundo as necessidades de cada país. (Fonte: Estadão Online)</description><pubDate>Tue, 06 May 2008 13:25:42 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518751/</guid><dc:date>2008-05-06T13:25:42Z</dc:date></item><item><title>Aquecimento global ameaça insetos.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518736/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518736/'&gt;&lt;img src='http://cache0.8pe.com.br/foto/62/960/30062960.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 06.05.2008 - 10:20&lt;br&gt; Aquecimento global ameaça insetos tropicais de extinção O aquecimento global pode ser mais perigoso para os insetos tropicais e outras espécies sensíveis às menores mudanças de temperatura do que para os que vivem na tundra, advertiram cientistas americanos nesta segunda-feira (5). Os animais e insetos que habitam no clima frio estão mais acostumados a grandes mudanças de temperatura, diferentemente das espécies tropicais, que vivem sob uma temperatura mais estável e correriam o risco de extinção com variações de apenas dois graus celsius ou quatro graus celsius, afirmam especialistas da Universidade de Washington. "Aparentemente, há muitas espécies nos trópicos que vivem perto, ou em sua temperatura ambiente ótima, o que lhes permite prosperar", explicou Joshua Tewksbury, professor assistente de Biologia na Universidade de Seattle, Washington. "Uma vez que a temperatura se eleva além do ótimo, porém, os níveis de capacidade física declinam com rapidez e não há muito que possam fazer", acrescentou. Para sua pesquisa, cujos resultados aparecem na edição de 6 de maio dos documentos da Academia Nacional de Ciências, os cientistas examinaram as temperaturas diárias e mensais no mundo, entre 1950 e 2000. A isso, somaram um modelo do aquecimento global nos primeiros anos do século XXI, elaborado pelas Nações Unidas. Com todo esse material, os especialistas compararam a informação que contrasta a temperatura e o estado físico de 38 insetos de zonas tropicais e temperadas e de animais de sangue frio, como sapos, lagartixas e tartarugas. Assim como os ursos polares, que podem desenvolver uma camada maior de gordura para se isolar das temperaturas extremas, as espécies tropicais utilizam táticas, entre elas, fugir do sol direto, ou se esconder debaixo da terra. Esconder-se do sol pode ser inútil, contudo, para as espécies que já vivem em sua temperatura ideal e não terão tempo de adaptar sua fisiologia às mudanças. "Nossos cálculos mostram que sofrerão mais do que os das espécies de climas frios", afirmou Curtis Deutsch, professor adjunto de Ciências Atmosféricas e Oceânicas da Universidade da Califórnia, Los Angeles. "Infelizmente, os trópicos abrigam a maior parte das espécies do planeta", advertiu Deutsch, co-autor do estudo. (Fonte: Yahoo!)</description><pubDate>Tue, 06 May 2008 13:20:22 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6518736/</guid><dc:date>2008-05-06T13:20:22Z</dc:date></item><item><title>Igrejas européias conscientizarão fiéis.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6483527/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6483527/'&gt;&lt;img src='http://cache9.8pe.com.br/foto/7/509/30007509.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 05.05.2008 - 22:42&lt;br&gt; Igrejas européias conscientizarão fiéis sobre efeitos da mudança climática Anglicanos, reformistas, ortodoxos, católicos, islâmicos e judaicos se uniram. União Européia quer que religiões defendam o consumo responsável. Os representantes das principais religiões monoteístas européias se comprometeram hoje a mobilizar seus fiéis contra a mudança climática, em reunião impulsionada pelos líderes das principais instituições européias. O encontro, o quarto deste nível realizado na União Européia, reuniu os presidentes da Comissão, do Conselho e do Parlamento europeus com altos dignatários das igrejas anglicana, reformista, ortodoxa, católica, islâmica e judaica. A reunião de hoje constitui "a primeira ocasião na qual há uma colaboração direta entre líderes espirituais e a UE" em matéria de proteção do ambiente, segundo afirmou em entrevista coletiva o presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, que qualificou o encontro de "intenso e frutífero". Tanto Barroso quanto o primeiro-ministro esloveno, Janez Jansa, e Hans-Gert Pottering, presidentes do Conselho e do Parlamento europeus, respectivamente, assinalaram que as religiões podem desempenhar "um papel fundamental" para conscientizar a opinião pública sobre a necessidade de atuar contra a mudança climática. "As igrejas poderiam conseguir fazer com que o povo mudasse seus hábitos e consumisse de forma mais responsável e mais respeitosa com o ambiente", disse o arcebispo de Vilnius, Audrys Juozas Backis.</description><pubDate>Tue, 06 May 2008 01:42:47 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6483527/</guid><dc:date>2008-05-06T01:42:47Z</dc:date></item><item><title>Campeãs de derrubada de matas fogem de cadastro</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308542/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308542/'&gt;&lt;img src='http://cache3.8pe.com.br/foto/927/653/29927653.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 05.05.2008 - 09:20&lt;br&gt; Nos 36 municípios da Amazônia que mais desmataram no final de 2007, apenas 20% da propriedades rurais com áreas superiores a quatro módulos fiscais (entre 60 e 80 hectares, dependendo do município) fizeram o recadastramento exigido pelo governo federal. O recadastramento das propriedades rurais dos 36 municípios foi uma das principais medidas anunciadas em janeiro pelo governo federal para tentar conter o desmatamento na região amazônica. Na época, foi registrado um aumento na derrubada da floresta ocorrido nos últimos cinco meses de 2007. Segundo o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), das 15,4 mil propriedades rurais que necessitavam fazer o recadastramento, apenas 3.080 o fizeram. Os 36 municípios da lista de maiores desmatamentos - 19 localizados em Mato Grosso, 12 no Pará, quatro em Rondônia e um no Amazonas-- foram responsáveis por 50% das derrubadas de árvores registradas na Amazônia recentemente. O objetivo do governo, com o recadastramento, é monitorar os desmatamentos, cruzando os dados atualizados das propriedades rurais com as imagens de destruição da floresta captadas por satélites. Dessa forma, pretende identificar os responsáveis pelas as áreas eventualmente desmatadas. As 12.320 propriedades que deixaram de fazer o recadastramento tiveram o CCIR (Certificado de Cadastro de Imóveis Rurais) suspensos. Com isso, os proprietários das áreas estão impedidos de comercializar suas terras e obter créditos rurais nos bancos. Para Carlos Xavier, presidente da Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará), o alto custo do recadastramento --que exige a apresentação de certidões legais e plantas com a localização geográfica dos imóveis rurais-- foi o principal motivo para o baixo percentual de adesão. "O cadastro têm um custo muito alto. O proprietário tem que obter certidões atualizadas nos cartórios de imóveis, tirar certidões nos órgão fundiários e tem que georreferenciar as áreas. Tudo isso é muito caro." Para o presidente da Faepa, a obrigatoriedade do recadastramento é mais uma tentativa de "engessar o desenvolvimento da região". Segundo Xavier, a federação deve entrar com uma medida judicial contra a suspensão dos CCIRs. O Sindicato Rural de Redenção, Pau D'Arco e Cumaru do Norte entrou com uma ação na Justiça pedindo a suspensão da obrigatoriedade do recadastramento. O município de Cumaru do Norte é um dos 36 municípios da lista. "Recomendamos aos proprietários que tivessem projetos ou que estivessem comercializando as áreas que fizessem o recadastramento. Aqueles que não estivessem com estes problemas, [a orientação] foi que esperassem a decisão do juiz", disse Rosângela Hanemann, presidente do sindicato. (Fonte: Silvia Freire / Folha Online)</description><pubDate>Mon, 05 May 2008 12:20:40 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308542/</guid><dc:date>2008-05-05T12:20:40Z</dc:date></item><item><title>Clinton diz que Brasil tem responsabilidade.</title><link>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308511/</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308511/'&gt;&lt;img src='http://cache7.8pe.com.br/foto/927/527/29927527.jpg' border='0'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Em 05.05.2008 - 09:12&lt;br&gt; Clinton diz que Brasil tem responsabilidade e honra de preservar a Amazônia Presidente dos Estados Unidos entre 1993 e 2001, Bill Clinton declarou na sexta-feira (2) em palestra em Nova York que a floresta amazônica dá ao Brasil, ao mesmo tempo, a "mais dura" responsabilidade sobre o futuro climático do planeta e o "privilégio" de poder assumir o desafio de preservá-la. Diante da platéia de empresários, políticos e artistas brasileiros, Clinton disse: "Desejo que estivesse aqui ouvindo, e não falando. Porque não há país no mundo que faça mais esforços para encontrar um caminho para desenvolvimento sustentável para salvar o mundo do aquecimento global do que o Brasil (...) Sinto que vocês têm um grande problema [desmatamento], mas têm também uma sorte grande de ter a Amazônia. É uma honra ter a responsabilidade de preservá-la." A palestra foi parte do segundo Fórum de Desenvolvimento Sustentável, organizado pela ONG Anubra (Associação das Nações Unidas Brasil), do empresário Mário Garnero, da Brasilinvest. O ex-presidente americano mencionou o fato do álcool de cana-de-açúcar, cuja produção predomina no Brasil, ser mais eficiente que o de milho, comum nos EUA. Contudo, disse ele, é preciso zelar para que a plantação do produto não gere desmatamento. Em discurso anterior, no mesmo fórum, Paula Dobriansky, Secretária-Adjunta de Estado para Democracia e Relações Globais, cobrou os países emergentes sobre a redução de emissão de gás carbônico. "Não adianta nada só os Estados Unidos cortarem", afirmou ela. (Fonte: Daniel Bergamasco / Folha de S.Paulo)</description><pubDate>Mon, 05 May 2008 12:12:55 GMT</pubDate><guid>http://www.8p.com.br/o3educacaoqualidadeambiental/flog/6308511/</guid><dc:date>2008-05-05T12:12:55Z</dc:date></item></channel></rss>

